ExcelentĆ­ssimo Senhor Doutor Juiz de Direito da ___ Vara CĆ­vel da Comarca de __________





[ou Juizado Especial CĆ­vel, se for o caso]


NOME DO AUTOR, nacionalidade, estado civil, profissão, portador do RG nº ______ e CPF nº ______, residente e domiciliado à __________, por seu advogado (procuração anexa), com endereço profissional à __________, onde recebe intimações, vem, respeitosamente, à presença de Vossa Excelência propor a presente:




AƇƃO DE INDENIZAƇƃO POR 
DANOS MORAIS E MATERIAIS


em face de INSTITUIƇƃO FINANCEIRA (nome do banco), pessoa jurĆ­dica de direito privado, inscrita no CNPJ nĀŗ ______, com sede Ć  __________, pelos fatos e fundamentos a seguir expostos:

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I – DOS FATOS

O Autor é cliente da instituição Ré e sempre manteve relação regular com a mesma.

Ocorre que, em [data], o Autor foi surpreendido com [descrever o problema: cobrança indevida, desconto não autorizado, fraude, negativação indevida, bloqueio de conta, etc.].

Apesar de tentativas administrativas de solução, a Ré permaneceu inerte, mantendo a irregularidade.

Em razão disso, o Autor sofreu prejuízos materiais no valor de R$ ______ (comprovar), além de abalo moral significativo, diante de [expor constrangimentos, negativação, impossibilidade de movimentar conta, etc.].


II – DO DIREITO

A relação entre as partes é de consumo, sendo aplicÔvel o Código de Defesa do Consumidor, conforme dispõe o art. 2º e 3º da Lei nº 8.078/90.

A responsabilidade da instituição financeira é objetiva, nos termos do art. 14 do CDC, respondendo pelos danos causados ao consumidor independentemente de culpa.

AlƩm disso, conforme entendimento pacƭfico do STJ, instituiƧƵes financeiras respondem por fraudes e danos decorrentes de fortuito interno.

A conduta da Ré configura falha na prestação do serviço, ensejando o dever de indenizar.


III – DOS DANOS MATERIAIS

Os danos materiais sofridos pelo Autor correspondem a R$ ______, conforme documentos anexos.

Nos termos do art. 402 do Código Civil, deve a Ré reparar integralmente os prejuízos suportados.


IV – DOS DANOS MORAIS

A conduta da RĆ© ultrapassa o mero aborrecimento cotidiano, atingindo a dignidade do Autor.

A jurisprudência pacífica reconhece que [ex: negativação indevida / fraude bancÔria] gera dano moral in re ipsa.

Diante disso, requer a fixação de indenização em valor não inferior a R$ ______, ou outro que Vossa Excelência entender adequado.


V – DA INVERSƃO DO ƔNUS DA PROVA

Nos termos do art. 6º, VIII, do CDC, requer a inversão do Ónus da prova, diante da hipossuficiência do Autor.


VI – DOS PEDIDOS

Diante do exposto, requer:

a) A citação da Ré para, querendo, contestar a presente ação;

b) A condenação da Ré ao pagamento de danos materiais no valor de R$ ______;

c) A condenação da Ré ao pagamento de indenização por danos morais;

d) A inversão do Ónus da prova;

e) A condenação da Ré ao pagamento de custas e honorÔrios advocatícios;

f) Protesta por todos os meios de prova admitidos em direito.


VII – DO VALOR DA CAUSA

DĆ”-se Ć  causa o valor de R$ ______.
 



Termos em que,
Pede deferimento.




[Cidade], ___ de __________ de _____.



[Nome do Advogado]
OAB/___ nĀŗ _______




OBSERVAƇƕES IMPORTANTES:
šŸ“ŒAnexe: extratos bancĆ”rios, prints de aplicativo, protocolo de atendimento, comprovantes de prejuĆ­zo, certidĆ£o de negativação (se houver);
šŸ“ŒCasos mais comuns contra bancos: fraude (golpe, PIX indevido), emprĆ©stimo nĆ£o contratado, desconto indevido (INSS/cartĆ£o consignado), negativação indevida
e bloqueio de conta;
šŸ“ŒSe o valor for atĆ© 20 salĆ”rios mĆ­nimos, pode ir ao Juizado Especial CĆ­vel sem advogado (embora nĆ£o seja recomendĆ”vel em casos complexos).