EXCELENTÍSSIMO(A) SENHOR(A) JUIZ(A) DE DIREITO DA ___ VARA CÍVEL DA COMARCA DE [CIDADE/UF]
[NOME DO AUTOR], nacionalidade, estado civil, profissão, portador do RG nº ___ e CPF nº ___, residente e domiciliado à [endereço completo], por intermédio de seu advogado (procuração anexa), com escritório profissional à [endereço], onde recebe intimações, vem, respeitosamente, à presença de Vossa Excelência propor a presente:
AÇÃO DE INDENIZAÇÃO POR DANOS MORAIS
(Responsabilidade Civil)
em face de [NOME DO RÉU], pessoa física/jurídica, inscrita no CPF/CNPJ nº ___, com sede/endereço à [endereço completo], pelos fatos e fundamentos a seguir expostos:
I – DOS FATOS
O Autor foi vítima de conduta ilícita praticada pelo Réu, consistente em:
[Descrever detalhadamente o ocorrido — ex: inscrição indevida em cadastro de inadimplentes, ofensa à honra, falha na prestação de serviço, etc.]
Em razão dessa conduta, o Autor sofreu abalo moral significativo, experimentando constrangimento, angústia e prejuízo à sua dignidade, o que ultrapassa o mero dissabor cotidiano.
II – DO DIREITO
Nos termos do art. 186 do Código Civil, aquele que, por ação ou omissão voluntária, negligência ou imprudência, causar dano a outrem, ainda que exclusivamente moral, comete ato ilícito.
Já o art. 927 do mesmo diploma legal estabelece o dever de indenizar:
“Aquele que, por ato ilícito, causar dano a outrem, fica obrigado a repará-lo.”
A Constituição Federal também assegura a reparação por danos morais (art. 5º, incisos V e X).
No caso em tela, restam evidentes:
a conduta ilícita do Réu;
o dano moral suportado pelo Autor;
o nexo causal entre ambos.
Assim, é inequívoco o dever de indenizar.
III – DO DANO MORAL
O dano moral configura-se pela violação aos direitos da personalidade do Autor, especialmente sua honra, imagem e dignidade.
A jurisprudência pátria admite que, em determinadas hipóteses, o dano moral é presumido (in re ipsa), dispensando prova específica do prejuízo.
Dessa forma, a conduta do Réu enseja reparação pecuniária, com caráter compensatório e pedagógico.
IV – DO QUANTUM INDENIZATÓRIO
O valor da indenização deve ser fixado com base nos princípios da razoabilidade e proporcionalidade, considerando:
a gravidade do dano;
a capacidade econômica das partes;
o caráter pedagógico da medida.
Diante disso, requer a fixação da indenização em valor não inferior a R$ [valor sugerido], ou outro que Vossa Excelência entender adequado.
V – DOS PEDIDOS
Diante do exposto, requer:
a) A citação do Réu para, querendo, contestar a presente ação, sob pena de revelia;
b) A total procedência da ação, condenando o Réu ao pagamento de indenização por danos morais;
c) A fixação do valor indenizatório em quantia justa, sugerindo-se o montante de R$ [valor];
d) A condenação do Réu ao pagamento de custas processuais e honorários advocatícios;
e) A produção de todas as provas admitidas em direito, especialmente documental, testemunhal e pericial, se necessário.
VI – DO VALOR DA CAUSA
Dá-se à causa o valor de R$ [valor].
Termos em que,
Pede deferimento.
[Local], [data].
[Nome do Advogado]
OAB/[UF] nº [___]
Fonte: Portal Comunicação Jurídica
Editor Responsável: Professor Izio Masetti

